Este blog é para manter sempre atualizados os assuntos de História estudados na escola, assim como conhecer novas pessoas, se divertir e aprender brincando.
sexta-feira, 9 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Quem quer ganhar um ingresso para o baile de carnaval CEMS ano 2?
Leia os textos observe as imagens e escreva um comentário sobre o significado da festa de carnaval no passado e no presente. Qual sua opinião! O sentido da festa mudou?
O que é
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
História do Carnaval
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
Bonecos gigantes em Recife O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.
Fotos que Retratam a História do Carnaval
Um dos mais importantes historiadores da nossa música brasileira, José Ramos Tinhorão, ao ser indagado sobre quem inventou o Carnaval, respondeu simplesmente: “Ninguém”. (Revista Nossa História, ano 2, n.16, fev 2005, p.40).
Segundo o pesquisador Felipe Ferreira, o carnaval foi inventado pela Igreja católica.
”No ano 604, o papa Gregório I ordenou que, durante um determinado período, os fiéis deixassem de lado as satisfações, a vidinha cotidiana de pecados e prazeres do corpo e se dedicassem ao enriquecimento do espírito.
O período de abstenção, chamado de Quaresma, duraria 40 dias. Séculos depois (1901), a Igreja resolveu precisar a data da Quaresma. Como havia o costume de se marcar a testa dos fiéis com as cinzas de uma fogueira em sinal de penitência, deu-se o nome de Quarta-feira de Cinzas ao início do período do abandono dos prazeres, um ciclo de meditação sobre Jesus e sua ressurreição – que seria festejada 40 dias depois, no domingo de Páscoa. Isso fez com que a sociedade católica se organizasse para aproveitar ao máximo os últimos dias de prazeres mundanos antes de dar o ‘adeus à carne’.
Ao criar a Quaresma, a Igreja católica instituiu o carnaval”. (O livro de ouro do carnaval brasileiro, p. 25).
Selecionei algumas fotos antigas e convido a todos para um Desfile Fotográfico pelas diversas formas de brincar o carnaval, criadas ao longo dos tempos.
Segundo o pesquisador Felipe Ferreira, o carnaval foi inventado pela Igreja católica.
”No ano 604, o papa Gregório I ordenou que, durante um determinado período, os fiéis deixassem de lado as satisfações, a vidinha cotidiana de pecados e prazeres do corpo e se dedicassem ao enriquecimento do espírito.
O período de abstenção, chamado de Quaresma, duraria 40 dias. Séculos depois (1901), a Igreja resolveu precisar a data da Quaresma. Como havia o costume de se marcar a testa dos fiéis com as cinzas de uma fogueira em sinal de penitência, deu-se o nome de Quarta-feira de Cinzas ao início do período do abandono dos prazeres, um ciclo de meditação sobre Jesus e sua ressurreição – que seria festejada 40 dias depois, no domingo de Páscoa. Isso fez com que a sociedade católica se organizasse para aproveitar ao máximo os últimos dias de prazeres mundanos antes de dar o ‘adeus à carne’.
Ao criar a Quaresma, a Igreja católica instituiu o carnaval”. (O livro de ouro do carnaval brasileiro, p. 25).
Selecionei algumas fotos antigas e convido a todos para um Desfile Fotográfico pelas diversas formas de brincar o carnaval, criadas ao longo dos tempos.

O Entrudo, nossa primeira forma de Carnaval trazida para cá por imigrantes portugueses, é caracterizado pela brincadeira de sujar uns os outros.

O Zé Pereira é caracterizado por tocadores de bumbos enormes que acompanhavam as procissões na região do Minho, em Portugal. É provável que o personagem tenha sido introduzido no carnaval pelo sapateiro português José Nogueira, cujo sobrenome o povo alterou para Pereira.

O pai dos ranchos do Rio de Janeiro, Hilário Jovino, cercado por filhos.

"O Macaco é Outro", rancho criado por Tia Ciata, após brigar com Hilário Jovino.

Segundo a historiadora do carnaval Eneide de Moraes, o Corso aconteceu pela primeira vez, no Rio de Janeiro, na av Central no ano de 1908. Antes da inauguração da Avenida, em 1905, o carnaval era festejado na estreita e elegante Rua do Ouvidor.

Cordão no carnaval do Rio. Ao centro, agachado, de camisa branca e gravata, o compositor Sinhô (para saber detalhes desse compositor.

Fantasiar-se de mulher era comum nos blocos e cordões. Como Pixinguinha e seu grupo, no Carnaval de 1921.

"A Lira de Sapho", carro da Sociedade "Os Fenianos", em desfile no carnaval de 1913.

O carro intitulado "Five O'Clock Tea" (chá das cinco), do Tenentes do Diabo, no desfile das grandes sociedades no carnaval de 1913.

Desfilar a cavalo era comum no início do século, como o Bloco Resistentes da Piedade, também no carnaval de 1913.

Puxado por burros, o carro do Democráticos, em 1920, era uma "linda melancia" fatiada, com uma bela morena no seu interior.

Bloco Fala Meu Louro, com a figura do compositor Sinhô ("alto, magro e feio", como descrito por seus rivais) ao centro.

O carro-chefe dos Argonautas dá a ideia do luxo e do capricho com que desfilavam as grandes sociedades.

Nas mãos que aparecem no canto direito da foto, pode-se ver vidros de lança-perfume, artigo indispensável na época.

Os concursos movimentavam os preparativos com antecedência no estado de São Paulo. O "Cordão Amor e Mocidade" venceu o carnaval de 1936, em Ituverava.

Bloco da Baianas Paulistas fotografado como desfilava: maioria de mulheres, os homens na bateria. Foi ele o núcleo do qual surgiu a primeira escola de samba paulista, a Lavapés.
http://blogln.ning.com/profiles/blogs/fotos-que-retratam-a-historia (copiado no dia 14-02-2012)
Resultado disponível na escola e blog no dia 17 a parti das 13:00 horas no CEMS até lá!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Assuntos para a recuperação semestral e final 2011
6ª ano HISTÓRIA
Conteúdo para recuperação semestral: A república Romana capítulo 8 A crise do Império Romano capítulo 10 Conteúdo para recuperação final: Pré História, Egito Antigo e Roma antiga |
6ª ano GEOGRAFIA
Conteúdo para recuperação semestral: Relevo e seus agentes modificadores capítulo 8 e capítulo 15. Conteúdo para recuperação final: A paisagem capítulo 1 Lugar, espaço geográfico e sociedade capítulo 2 Recursos naturais e fontes de energia capítulo 15 |
6ª ano FILOSOFIA
Conteúdo para recuperação semestral: O que é Mito, O que é bullying? Conteúdo para recuperação final: O que é filosofia? Quem é filosofo? bullying, e mitologia grega. |
7ª ano HISTÓRIA
Conteúdo para recuperação semestral: Renascimento capitulo 7 e Reformas religiosas capítulo 9 Conteúdo para recuperação final: Europa: séculos X a XIII capitulo 5 , Renascimento capitulo 7 e Reformas religiosas capítulo 9 . |
7ª ano FISOLOFIA
Conteúdo para recuperação semestral: Liberdade, pensamento medieval Conteúdo para recuperação final: Liberdade, pensamento medieval e pensamento renascentista. |
8ª ano HISTÓRIA
Conteúdo para recuperação semestral: Capitulo 8 Afirmação burguesa e liberalismo; Capitulo 12 Brasil: monarquia e conflitos. Conteúdo para recuperação final: Revolução Industrial capítulo 2; America Inglesa e espanhola no século XVIII; Capitulo 8 Afirmação burguesa e liberalismo; Capitulo 12 Brasil: monarquia e conflitos |
9ª ano HISTÓRIA
Conteúdo para recuperação semestral: República de fazendeiros capítulo 4; Segunda Guerra Mundial capítulo 5 Conteúdo para recuperação final: Segunda Revolução Industrial capítulo 1; Brasil: Crise do império capítulo 3; República de fazendeiros capítulo 4; Segunda Guerra Mundial capítulo 5 |
9ª ano GEOGRAFIA
Conteúdo para recuperação semestral: Europa sociedade capítulo 5 África a influência externa capítulo 13 Conteúdo para recuperação final: Guerra Fria capítulo 1; Geopolítica atual capítulo 2; Europa sociedade capítulo 5 África a influência externa capítulo 13 |
1ª ANO FISOLOFIA
Conteúdo para recuperação semestral Trabalho: Liberdade e submissão capítulo 2 e Desenvolvimento da consciência o homem como sistema aberto capítulo 3 e Mito Zeus filme exibido. Conteúdo para recuperação final: Cultura O cosmo humano capítulo 1 Trabalho: Liberdade e submissão capítulo 2 e Desenvolvimento da consciência o homem como sistema aberto capítulo 3 e Mito Zeus filme exibido. |
1ª ANO SOCIOLOGIA
Conteúdo para recuperação semestral O trabalho na sociedade moderna capitalista capítulo 5; Estrutura e estratificação social capítulo 7 Conteúdo para recuperação final: O individuo, sua história e a sociedade capítulo 1; Individuo e sociedade que tal discutir essa relação? Capítulo 3; O trabalho na sociedade moderna capitalista capítulo 5; Estrutura e estratificação social capítulo 7 |
2ª ANO HISTÓRIA
Conteúdo para recuperação semestral Período regencial no Brasil capítulo 35 ; Conteúdo para recuperação final: O iluminismo capítulo 24; Das Revoluções inglesas à Revolução Industrial capítulo 25; O Imperialismo na África e na Ásia capítulo 32; Período regencial no Brasil capítulo 35 ; |
2ª SOCIOLOGIA
Conteúdo para recuperação semestral Cidadania e Subdesenvolvimento no Brasil Conteúdo para recuperação final: |
Até aqui nos ajudou o senhor!
I Samuel 7.12
Assinar:
Postagens (Atom)














