terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Quem quer ganhar um ingresso para o baile de carnaval CEMS ano 2?

Leia os textos observe as imagens e escreva um comentário sobre o significado da festa de carnaval no passado e no presente. Qual sua opinião! O sentido da festa mudou?
O que é
 
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

História do Carnaval
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.

No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.

A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.

Carnaval de Recife - Bonecos Gigantes Bonecos gigantes em Recife
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.



Fotos que Retratam a História do Carnaval

Um dos mais importantes historiadores da nossa música brasileira, José Ramos Tinhorão, ao ser indagado sobre quem inventou o Carnaval, respondeu simplesmente: “Ninguém”. (Revista Nossa História, ano 2, n.16, fev 2005, p.40).

Segundo o pesquisador Felipe Ferreira, o carnaval foi inventado pela Igreja católica.

”No ano 604, o papa Gregório I ordenou que, durante um determinado período, os fiéis deixassem de lado as satisfações, a vidinha cotidiana de pecados e prazeres do corpo e se dedicassem ao enriquecimento do espírito.

O período de abstenção, chamado de Quaresma, duraria 40 dias. Séculos depois (1901), a Igreja resolveu precisar a data da Quaresma. Como havia o costume de se marcar a testa dos fiéis com as cinzas de uma fogueira em sinal de penitência, deu-se o nome de Quarta-feira de Cinzas ao início do período do abandono dos prazeres, um ciclo de meditação sobre Jesus e sua ressurreição – que seria festejada 40 dias depois, no domingo de Páscoa. Isso fez com que a sociedade católica se organizasse para aproveitar ao máximo os últimos dias de prazeres mundanos antes de dar o ‘adeus à carne’.

Ao criar a Quaresma, a Igreja católica instituiu o carnaval”. (O livro de ouro do carnaval brasileiro, p. 25).

Selecionei algumas fotos antigas e convido a todos para um Desfile Fotográfico pelas diversas formas de brincar o carnaval, criadas ao longo dos tempos.
O Entrudo, nossa primeira forma de Carnaval trazida para cá por imigrantes portugueses, é caracterizado pela brincadeira de sujar uns os outros.


O Zé Pereira é caracterizado por tocadores de bumbos enormes que acompanhavam as procissões na região do Minho, em Portugal. É provável que o personagem tenha sido introduzido no carnaval pelo sapateiro português José Nogueira, cujo sobrenome o povo alterou para Pereira.


O pai dos ranchos do Rio de Janeiro, Hilário Jovino, cercado por filhos.

"O Macaco é Outro", rancho criado por Tia Ciata, após brigar com Hilário Jovino.


Segundo a historiadora do carnaval Eneide de Moraes, o Corso aconteceu pela primeira vez, no Rio de Janeiro, na av Central no ano de 1908. Antes da inauguração da Avenida, em 1905, o carnaval era festejado na estreita e elegante Rua do Ouvidor.


Cordão no carnaval do Rio. Ao centro, agachado, de camisa branca e gravata, o compositor Sinhô (para saber detalhes desse compositor.

Fantasiar-se de mulher era comum nos blocos e cordões. Como Pixinguinha e seu grupo, no Carnaval de 1921.

"A Lira de Sapho", carro da Sociedade "Os Fenianos", em desfile no carnaval de 1913.

O carro intitulado "Five O'Clock Tea" (chá das cinco), do Tenentes do Diabo, no desfile das grandes sociedades no carnaval de 1913.

Desfilar a cavalo era comum no início do século, como o Bloco Resistentes da Piedade, também no carnaval de 1913.

Puxado por burros, o carro do Democráticos, em 1920, era uma "linda melancia" fatiada, com uma bela morena no seu interior.

Bloco Fala Meu Louro, com a figura do compositor Sinhô ("alto, magro e feio", como descrito por seus rivais) ao centro.

O carro-chefe dos Argonautas dá a ideia do luxo e do capricho com que desfilavam as grandes sociedades.

Nas mãos que aparecem no canto direito da foto, pode-se ver vidros de lança-perfume, artigo indispensável na época.

Os concursos movimentavam os preparativos com antecedência no estado de São Paulo. O "Cordão Amor e Mocidade" venceu o carnaval de 1936, em Ituverava.

Bloco da Baianas Paulistas fotografado como desfilava: maioria de mulheres, os homens na bateria. Foi ele o núcleo do qual surgiu a primeira escola de samba paulista, a Lavapés.
Resultado disponível na escola e blog no dia 17 a parti das 13:00 horas no CEMS  até lá!


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Assuntos para a recuperação semestral e final 2011

6ª ano HISTÓRIA


Conteúdo para recuperação semestral:

A república Romana capítulo 8

A crise do Império Romano    capítulo 10

Conteúdo para recuperação final:

Pré História, Egito Antigo e Roma antiga



6ª ano GEOGRAFIA


Conteúdo para recuperação semestral:

Relevo e seus agentes modificadores   capítulo 8  e  capítulo  15.

Conteúdo para recuperação final:

A paisagem     capítulo 1

Lugar, espaço geográfico e sociedade     capítulo 2

A orientação no espaço geográfico   capítulo 5

Recursos naturais e fontes de energia   capítulo 15




6ª ano FILOSOFIA


Conteúdo para recuperação semestral:

O que é Mito, O que é bullying?
Conteúdo para recuperação final:

O que é filosofia?  Quem é filosofo? bullying, e mitologia grega.


7ª ano  HISTÓRIA


 Conteúdo para recuperação semestral:

Renascimento capitulo 7  e   Reformas religiosas  capítulo 9

Conteúdo para recuperação final:

Europa: séculos X a XIII capitulo 5 ,  Renascimento capitulo 7  e   Reformas religiosas  capítulo 9 .




7ª ano FISOLOFIA

Conteúdo para recuperação semestral:

Liberdade, pensamento medieval


 Conteúdo para recuperação final:

Liberdade, pensamento medieval e pensamento renascentista.




8ª ano   HISTÓRIA

Conteúdo para recuperação semestral:

Capitulo 8   Afirmação burguesa e liberalismo;

Capitulo 12     Brasil: monarquia e conflitos.

Conteúdo para recuperação final:

Revolução Industrial capítulo 2;
America Inglesa e espanhola no século XVIII;
Capitulo 8   Afirmação burguesa e liberalismo;
Capitulo 12     Brasil: monarquia e conflitos


9ª ano  HISTÓRIA 

Conteúdo para recuperação semestral:

República de fazendeiros     capítulo 4;
Segunda Guerra Mundial     capítulo  5

Conteúdo para recuperação final:

Segunda Revolução Industrial    capítulo 1;
Brasil: Crise do império    capítulo 3;
República de fazendeiros     capítulo 4;
Segunda Guerra Mundial     capítulo  5




9ª ano  GEOGRAFIA

Conteúdo para recuperação semestral:

Europa  sociedade capítulo 5
África a influência externa capítulo 13

Conteúdo para recuperação final:

Guerra Fria capítulo 1;
Geopolítica atual capítulo 2;
Europa  sociedade capítulo 5
África a influência externa capítulo 13


1ª ANO FISOLOFIA


 
Conteúdo para recuperação semestral

Trabalho: Liberdade e submissão capítulo 2 e Desenvolvimento da consciência o homem como sistema aberto capítulo 3  e Mito Zeus filme exibido.

Conteúdo para recuperação final:

Cultura O cosmo humano capítulo 1
Trabalho: Liberdade e submissão capítulo 2 e Desenvolvimento da consciência o homem como sistema aberto capítulo 3  e Mito Zeus filme exibido.


1ª ANO SOCIOLOGIA 



Conteúdo para recuperação semestral

O trabalho na sociedade moderna capitalista  capítulo 5;
Estrutura e estratificação social  capítulo 7

Conteúdo para recuperação final:

O individuo, sua história e a sociedade  capítulo 1;
Individuo e sociedade que tal discutir essa relação?  Capítulo 3;
O trabalho na sociedade moderna capitalista  capítulo 5;
Estrutura e estratificação social  capítulo 7




                                               

2ª ANO  HISTÓRIA


Conteúdo para recuperação semestral            

O Imperialismo na África e na Ásia  capítulo 32;               
Período regencial no Brasil  capítulo 35 ;

Conteúdo para recuperação final:

O iluminismo capítulo 24;
Das Revoluções inglesas à Revolução Industrial capítulo 25;
O Imperialismo na África e na Ásia  capítulo 32;
Período regencial no Brasil  capítulo 35 ;




2ª SOCIOLOGIA


Conteúdo para recuperação semestral

Cidadania e Subdesenvolvimento no Brasil


Conteúdo para recuperação final:       



                        
                                 Até aqui nos ajudou o senhor!
                                                      I Samuel 7.12